sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um pouco sobre Tie-in

Você está assistindo a um capítulo de uma telenovela. Numa cena, um dos personagens mostra um determinado produto para o outro e fala a respeito de suas qualidades. Na imagem, destacam-se o produto e a marca. Se você pensa que isto é "merchandising", pensou errado. Muita gente pensa assim como você, mas na verdade essa técnica comum em telenovelas, filmes, etc., é um "tie-in".

Talvez essa confusão tenha sua origem no fato de que os profissionais de propaganda e marketing também conheçam essa técnica como "merchandising editorial". Porém, é muito diferente do verdadeiro merchandising.

"Tie" é uma palavra inglesa que significa "nó", "amarra" ou os verbos "atar", "amarrar". "In" significa "dentro". No caso de uma novela ou um filme, "tie-in" é uma técnica para atar o produto e a marca à trama dentro da cena. Um exemplo claro se verifica numa cena do filme "O Exorcista": enquanto os personagens principais conversam numa rua, aparecem ao fundo algumas garrafas de Pepsi-Cola, com a marca em destaque, numa daquelas "máquinas de refrigerantes". Depois, no mesmo filme, outdoors com propaganda da Pesi-Cola aparecem em pelo menos outras duas cenas.

Nos Estados Unidos, a prática do tie-in na televisão começou na década de 1950. No Brasil, o primeiro tie-in televisivo de que se tem conhecimento ocorreu numa cena da novela "Beto Rockfeller", levada ao ar pela TV Tupi em 1969: o personagem principal, interpretado pelo ator Luis Gustavo, sentindo fortes dores de cabeça, tomava um comprimido de Alka-Seltzer. Naquele ano, as vendas do antiácido fabricado pela Bayer aumentaram fantasticamente em todo o país, e isto certamente não foi apenas uma coincidência.

O "tie-in" continua sendo uma prática muito comum nas telenovelas. E funciona principalmente porque os consumidores "confundem" subconscientemente o ator ou a atriz com o personagem. Por exemplo, se uma personagem interpretada pela atriz Cristiane Torloni usa um vestido, no dia seguinte uma mulher perguntará a outra: "Você reparou no vestido que a Cristiane Torloni estava usando na novela, no capitulo de ontem?" - e fará comentários sobre o vestido que Cristiane - e não a personagem - usou.

Ou seja: depois de ver o "tie-in", o consumidor - homem ou mulher - se interessa pelo produto porque o ator ou a atriz ( e não o - ou a - personagem) o usou ou recomendou.

Publicado por Marina Silverio - Agência Change - UniABC

Entendendo Merchandising no Ponto de Venda


Nos corredores de supermercados, lojas de departamento, auto-serviços e especializadas, acontece uma guerra silenciosa e bastante visual.

São promotores e mais promotores lutando por cada centímetro de gôndola, cada espaço no interior da loja, é uma correria total, por isso considero todo promotor de vendas um herói, pois é muito difícil enfrentar uma guerra destas todos os dias em seu trabalho.

Muitas grandes empresas por saber dessa disputa acabam comprando os espaços dentro das lojas, oferecendo alguns benefícios ao varejista, como desconto em compras, viagens e até valores em dinheiro. Assim, não precisam participar dessa luta por espaço, pois desse modo, o espaço da marca no PDV está garantido. Dificultando ainda mais a entranda de novas empresas no mercado.

E para explicar o porquê dessa disputa tão intensa no PDV vamos falar um pouco da nossa percepção, pois é através dela que utilizamos nossos cinco sentidos humanos. Abaixo vou colocar os dados de como aprendemos através desses sentidos, segundo uma pesquisa Veronis, Shler & Assoc.:

1.83% Visão;
2.11% Audição;
3.3,5% Olfato;
4.1,5% Tato;
5.1% Paladar.

E é exatamente nessa seqüência acima que são investidos os recursos para merchandising, por isso, disputar sempre o melhor posicionamento do produto no PDV é essencial, pois assim que o consumidor enxerga o seu produto primeiro que o da concorrência, a venda está prestes a ser garantida. Por isso o uso intensificado de displays.

Para conquistar através da audição, pode ser considerado merchandising tanto a utilização de um produto (que tenha som) para demonstração, como nas embalagens try-me que é um recurso cada vez mais utilizado. Músicas que deixem o cliente mais à vontade na loja, facilitando a permanência do mesmo e conseqüentemente a compra. Ah, aquele rapaz que sempre fica anunciando as promoções no hipermercado, também é uma forma de Merchandising.

Olfato, esta ligado às compras por emoção, um perfume ou cheiro dá personalidade ao ambiente e provocam lembranças, desejos e sentimentos como fome, saudade, desagrado e até de felicidade. Aquele cheirinho que sentimos quando entramos em determinadas lojas.

Tato e Paladar são os menos perceptíveis, mas nem por isso menos importantes, pois eles são essenciais nas promoções e lançamentos de produtos, pois sempre que se realiza a degustação e demonstração esses dois sentidos estão sendo usados pelo consumidor.


Publicado por Marina Silverio - Agência Change - UniABC

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Arte do Design - Estante Equilibrium




Estante Equilibrium




Com seus cubos inclinados e empilhados um sobre o outro, a estante Equilibrium promete dar fim aos apoios dos livros.Projetada pelo estúdio Malagana, a peça, além do aspecto funcional, possui um visual surpreendente e inusitado.Suportanto até cerca de 55kg de peso, a estante mantém os livros organizados em uma posição inclinada natural, eliminando a necessidade de qualquer pesinho para sustentá-los.Além disso o móvel pode ser montado e desmontado sem qualquer tipo de ferramenta.



Publicado por Fabiano Martins - Agência Chilli - UniABC

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Rádio – “A voz do povo”




Por Natália Vilar

O precursor das transmissões de vozes e ruídos foi o padre brasileiro Landell de Moura, que foi reconhecido como o inventor do rádio e de outros aparelhos e conseguiu patentes que comprovam tais descobertas em 1900.
Inicialmente, o rádio possuía apenas programações informativas, mas como todos sabem, o rádio surgiu muito antes da televisão, portanto era o único veículo que informava os seus ouvintes sobre as notícias que aconteciam ao redor do mundo.
Apesar disso, não era reconhecido como um veículo popular, pois era muito caro para a época e apenas as pessoas mais ricas tinham dinheiro para comprar. Em 1923, as rádios começaram a transmitir músicas e arte, tornando-se assim um veículo que começava a unir a cultura de várias regiões.
Já nos anos 30, com o avanço tecnológico, as rádios criaram programas de auditório, fazendo com que se tornasse cada vez mais um veículo de entretenimento, que não apenas transmitisse informações, e sim divertisse os seus ouvintes.
Na década de 50, o rádio difundiu as transmissões esportivas, tornando-se assim um veículo completo, como na ocasião da Copa de 1958, onde todos torceram pelo Brasil e vibraram com a sua vitória de 5x2 em cima da Suécia, trazendo o título de campeão para a casa.
Atualmente o rádio é considerado um meio de comunicação de massa, pois é uma ferramenta tão importante quanto à televisão, são formadores de opinião. Os locutores e radialistas transmitem entusiasmo e o tão falado “sorriso na voz”, de modo que o ouvinte se sinta acolhido de certa forma, diminuindo assim a real distância que existe entre a rádio sintonizada e o ouvinte.
Hoje em dias existem milhares de transmissoras de rádios que são divididas por estilos, como por exemplo, rock, sertanejo, pagode, gospel, MPB, pop e etc, desta forma conseguem fidelizar os ouvintes.
Essa divisão também contribui para a concorrência entres as rádios, que disputam individualmente a audiência, como por exemplo, a rádio Jovem Pan e a MIX, onde o estilo é o mesmo: a música POP.
Existem atualmente cerca de 369 transmissoras de rádio no estado de São Paulo, estando entre as mais ouvidas: Tupi, Nativa, Transcontinental, Mix, Gazeta, Alpha, Metropolitana, Band, 89 Rock, 105 FM (Planeta da Música – Janeiro a Março de 2010).
Hoje em dia o rádio é um veículo de comunicação que alcança milhares de brasileiros, sejam crianças, jovens ou adultos. Ele informa, diverte, distrai e é um dos veículos de comunicação mais baratos para veiculação de comerciais, mas mesmo com o baixo custo, a empresa contratante (na maioria das vezes) consegue atingir o seu público alvo e tem um resultado positivo em relação ao seu produto e/ou serviço exatamente devido a essa característica predominante das transmissoras, que é atingir o maior número de pessoas ao mesmo tempo, fazendo assim com que a empresa contratante aumente seus clientes, sua credibilidade e consequentemente seu faturamento.
As transmissoras de rádio, apesar de toda a “briga” entre as concorrentes, acompanham o ouvinte o dia inteiro, são os “companheiros ao pé do ouvido”. Nós conseguimos fazer muitas coisas ao mesmo tempo, como por exemplo, dirigir ouvindo uma música favorita, e isso não atrapalha o motorista, pelo contrário, deixa-o mais relaxado do estresse do dia a dia. Pode-se também ouvir música acessando a internet, através de algum site ou baixando alguma música por algum programa específico.
Hoje os aparelhos são muito mais portáteis e leves, de todos os tamanhos, modelos, cores, marcas e com diversos acessórios, tudo isso para facilitar a vida de quem é apaixonado por música. A pessoa consegue até mesmo acompanhar alguma programação ou então ouvir músicas preferidas no seu próprio celular, coisa que há 10 anos nem se pensava, pois o aparelho celular era utilizado apenas para realizar e receber chamadas, e mais nada.
Por fim, desde a descoberta do rádio, houve muitas mudanças e modificações com o passar dos anos, modificações essas que ocorreram muito depressa, mas que só melhoraram a comunicação para os dias atuais, pois trouxeram mais conforto, agilidade, cultura, informação, entretenimento, diversão e distração para as vidas dos ouvintes.
As tecnologias estão avançando e as transmissoras de rádios vêm acompanhando tal evolução. Tudo isso por causa de você!